Cultura
A rua também é política
Cultura periférica não é enfeite de campanha: é trabalho, formação e organização coletiva.
Hip-hop e rap
Voz, trabalho e memória da periferia. Cultura que denuncia desigualdades e organiza novos futuros.
Grafite e lambe-lambe
O direito de criar, ocupar e contar a história da cidade a partir de quem vive seus bairros.
Dança e batalhas
Espaços de encontro, expressão e formação para juventudes que transformam a rua em palco.
Skate e esporte
Equipamentos públicos, acesso gratuito e esporte como saúde, disciplina e convivência comunitária.
Coletivos e artistas
Editais acessíveis, espaços públicos e condições dignas para quem produz cultura o ano inteiro.
Cultura popular
Reconhecer saberes, festas e tradições locais como patrimônio vivo e direito de todos.
Um compromisso do manifesto
Cultura também abre caminhos
Uma escola pública completa precisa de biblioteca, laboratório, esporte, tecnologia, idiomas e cultura. Isso não é complemento: é o que amplia horizontes e permite que crianças e jovens imaginem futuros além daqueles que a desigualdade tenta impor.
Nos bairros, a cultura de rua já faz esse trabalho. Artistas e coletivos criam pertencimento, renda, formação e espaços de encontro. A política pública deve apoiar essa força sem controlar sua voz nem usar sua imagem apenas durante a eleição.
